VOCÊ PRECISA SER ENTENDIDO!

VOCÊ PRECISA SER ENTENDIDO!

_PiaR Group

Publicado em 22/06/2023

Marcado com #Assessoria de Imprensa #Comunicação

Vou começar esse texto com uma pergunta: o que é comunicação para você? Parece um questionamento estranho, afinal, é de senso comum que comunicação é o processo de transmitir informações e ser entendido, certo? Aparentemente, nem sempre. 

 

Em meus 14 anos atuando no mercado de comunicação, já participei de diversas discussões em que clientes queriam colocar termos e explicações extremamente técnicas em pautas e artigos para veículos que não tinham esse perfil. Nestas situações, sempre tento explicar para ele que precisamos considerar o público dessas mídias, ou seja, o leitor. Infelizmente, nem sempre conseguimos convencê-los.

 

Entretanto, acho importante citar neste texto alguns dos pontos que sempre destaco nestas conversas:

 

O veículo que você quer estar – Acredito que um dos veículos que mais aparecem quando perguntamos qual seria o sonho do cliente é a Exame. Naturalmente, uma grande mídia que cobre assuntos de empreendedorismo, histórias inspiradoras, negócios e inovação, quem não quer ser destaque aqui, certo? O ponto é: você lê a Exame? Essa mídia não tem como perfil publicar estudos científicos ou explicar tim tim por tim tim como funciona um código fonte de uma plataforma. 

 

Com quem você quer falar – Se o seu objetivo é se comunicar com programadores bem técnicos que querem debater sobre uma nova linguagem de programação, aí sim faz total sentido colocar o “cérebro” por trás de toda a tecnologia para compartilhar seu conhecimento. Mas se o seu foco são pessoas menos técnicas, CEO´s, CMO, diretores comerciais, então precisamos dar uma enxugada nessas informações. 

 

Sempre vale lembrar que Assessoria de Imprensa é uma ferramenta de branding, e como tal, deve ser usada para construir sua imagem com o público e a mídia. Ou seja, pense em quem vai conhecer seu negócio e como será lembrado pelos jornalistas e leitores desta matéria. Você quer que essas pessoas vejam o nome da sua marca e pensem “nunca entendo nada o que eles falam” ou que o pensamento seja “eles sempre têm assuntos muito interessantes e sabem o que estão falando”? 

 

Por isso, caro empreendedor, é preciso que você esteja aberto a ouvir a sua agência de PR e criar juntos a melhor estratégia para posicionar a sua empresa em seu mercado de atuação, falando com os canais certos, com a linguagem adequada para atingir as personas que são realmente do seu interesse. 

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REUNIÕES E CALLS SÃO REALMENTE PRODUTIVAS?

NOVAS TECNOLOGIAS E A COMUNICAÇÃO

_PiaR Group

Publicado em 27/04/2023

Marcado com #Digital #Gestão #Comunicação

Quem nunca foi convocado para uma reunião (ou mesmo calls – desde a pandemia esse formato aumentou drasticamente) e saiu com o pensamento “Isso poderia ter resolvido por um e-mail”.

 

Quem me conhece sabe muito bem o quanto eu abomino a ideia de fazer reuniões que você sai mais sem direcionamento do que quando entrou. Acredito, cada vez mais, que o tempo e o conhecimento são nossos maiores ativos. Portanto, não devem ser desperdiçados com ninguém ou momento algum.

 

Tenho tentado aplicar, em todas as ocasiões, um exercício simples. Todas as vezes que um cliente ou colaborador solicita uma reunião ou call, a primeira coisa que faço é entender qual o objetivo desse papo. Em seguida, avalio se esse tema, realmente, vale a pena uma hora do meu tempo e conhecimento.

 

Tenho acreditado, cada vez mais, na filosofia do ‘menos é mais’, portanto não acho que devemos aceitar todas as solicitações que nos são impostas (principalmente do dia para a noite).

 

É claro que, como todos sabem, não há fórmula mágica para absolutamente nada nessa vida, mas seguem abaixo algumas dicas simples para tornar reuniões mais produtivas:

 

Tenha um forte senso crítico: como comentei anteriormente, é preciso sair do automático e passar a exercer seu senso crítico de forma cada vez mais incisiva. Por isso, antes de sair alegre e serelepe dizendo “sim, claro, vamos fazer” para todo pedido que surgir, pare um instante e avalie, criteriosamente: qual o objetivo dessa reunião? Ela tem mais de três pessoas? (porque, geralmente, as que têm mais pessoas, são menos produtivas); consigo resolver esse assunto com poucos e-mails? Meu tempo e conhecimento poderiam estar sendo melhor empregados nesse período?

Após respondidas essas questões, tome a melhor decisão sobre participar de calls ou reuniões.



Administre as urgências: eu parto da premissa que planejamento e organização são essenciais para conseguir ter uma vida boa e produtiva no mundo corporativo. Por isso, geralmente entendo as urgências como algo que tinha tempo hábil para ser feito de forma adequada e alguém ficou postergando até o prazo ficar apertado o suficiente para se tornar uma urgência.

Além disso, acredito que quando tudo é urgente e prioridade, nada é! Então, caro leitor, tenha cuidado ao encarar tudo como emergência. Você entrará em um looping nocivo e difícil de sair.

 

Aprenda a falar NÃO: esse é, de longe, o exercício mais difícil de ser aprendido e aplicado. Somos ensinados, desde crianças, que devemos obedecer ordens sem questionar e que não é legal chatear os coleguinhas. Quando vamos para o mundo do trabalho, ainda carregamos essa ideia (bem errada) e acabamos falando SIM para tudo que nos pedem, ainda que isso prejudique nossos outros projetos, rendimento e produtividade e até mesmo nossa saúde mental.

 

Por isso, caro leitor, acho que já que estamos passando por intensos momentos de transformação, porque não transformarmos também a forma como encaramos determinadas atividades, pedidos e cobranças?!


Afinal, nossa produtividade, bem-estar e saúde mental valem mais que mil urgências e reuniões inúteis. Sejamos estratégicos e eficientes!

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PESQUISAS DE MERCADO – SEU DADO É RELEVANTE?

PESQUISAS DE MERCADO - SEU DADO É RELEVANTE?

_PiaR Group

Publicado em 06/06/2023

Marcado com #Assessoria de Imprensa #Comunicação

Se tem algo que faz parte do mundo dos negócios e da vida de um assessor de imprensa, são os números. Apesar de não termos muita afinidade com a área de exatas e um pouco inimigos da matemática, não dispensamos um bom dado para complementar uma pauta e fazer com que o conteúdo fique ainda mais rico para os jornalistas. 

 

Dados de faturamento, valores de aportes e números de investimentos brilham os olhos quando queremos te colocar como especialista e referência no seu mercado de atuação em veículos de negócios ou àqueles segmentados que são estratégicos para sua marca. Entretanto, caro empreendedor, outra coisa que sempre é interessante e atrai a atenção dos jornalistas são as pesquisas! 

 

Usadas para entender comportamentos, desejos e movimentações dos clientes ou de um nicho específico, elas são um diferencial quando o assunto é te posicionar e destacar dos demais nomes do mercado. Afinal, pense comigo, como você enxerga uma empresa que dedicou tempo, mão de obra e, em muitos casos, dinheiro para levantar informações sobre determinado público ou assunto? 

 

Claro que não estou dizendo que você precisa parar tudo e produzir agora  um novo estudo do zero, mas passe a considerar essa prática em suas estratégias de comunicação. Como gosto de trabalhar com exemplos práticos, vamos supor que você tenha uma plataforma de gestão de frotas que atende caminhoneiros em todo o Brasil. Dentro desse sistema, quais funcionalidades você oferece? Alguma delas aponta um direcionamento de produtividade ou felicidade dos usuários? Isso pode ser considerado uma pesquisa com seus clientes. 

 

Outro exemplo que podemos citar aqui. Você, empreendedor, que possui uma empresa que trabalha com casos de fraudes em e-commerce, por exemplo. Com certeza, a sua plataforma deve gerar inúmeros dados comportamentais e que mostram quais as regiões e os segmentos que elas acontecem em maior quantidade. Isso pode trazer insumos para desenvolver um estudo super completo sobre o perfil dos fraudadores no ambiente online, além de ser um assunto que é sempre pautado pelos veículos de notícias. 

 

Entretanto, existe aqui um fator importante que está no título deste texto: seu dado é relevante?

 

Neste momento você pode pensar  “ok, Gabriela, você só está querendo complicar tudo!”. Não, caro leitor, estou querendo te ajudar! Pensar em relevância é considerar a abrangência, volume e tipo de informação.

 

O que quero dizer com isso? Bom, vamos novamente ao exemplo rs. Considerando que a plataforma de gestão de frotas que citei seja a maior do Brasil e você tenha conseguido informações de 15 mil caminhoneiros, nós podemos trabalhar pautas que falem sobre a felicidade desses profissionais, por exemplo, ou mesmo sobre como sua ferramenta tem gerado um alto índice de melhoria nas vidas dos usuários finais. Ou, no caso da empresa que atua com fraudes, deve ter uma base de dados significativa para trazer tendências e informações que representam um público expressivo. 

 

Por fim, entendo que às vezes os números grandiosos podem não ser atingidos em suas pesquisas, mas aí cabe tanto a sua equipe de PR, quanto a você mesmo, avaliar o dado e o grau de relevância para a mídia. Afinal, você pode ter 5 mil respondentes sobre um mercado extremamente nichado e essa informação ser interessante para o jornalista. Como eu disse, tudo vai depender da abrangência, volume e tipo de informação.

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CUSTOMER SUCCESS NA COMUNICAÇÃO – O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO. SERÁ?!

CUSTOMER SUCCESS NA COMUNICAÇÃO - O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO. SERÁ?!

_PiaR Group

Publicado em 16/05/2023

Marcado com #Inovação #Comunicação

Acredito que você já tenha ouvido ou lido, mas o Customer Success trata-se da aplicação de metodologias que visem aumentar a satisfação do cliente sobre determinado produto ou serviço. Com meio do CS, como é popularmente chamado, tornou- se uma das áreas mais estratégicas para qualquer tipo de negócios.

 

 

É claro que o mundo de Assessoria de Imprensa e Comunicação não foge à regra e precisou se reinventar. O bom (será?) e velho release já não é eficiente há alguns anos e vejo na prática o quanto erra quem insiste em modelos arcaicos de PR e Comunicação.

 

 

Na outra ponta, noto também uma total falta de conhecimento sobre os mecanismos de PR e Comunicação por parte de muitos clientes. Infelizmente não são poucos os pedidos de “Quero tudo, mas não posso ajudar com nada”. No dia a dia, isso se reflete em mil pedidos de pautas/temas e resultados, sem querer ao menos ajudar com briefings ou drives para que os materiais se tornem mais ricos.

 

 

O resultado final?! Frustração de todos os lados!

 

 

Quando falamos do CS, ou seja, da tal felicidade do cliente, é preciso ter parcimônia e entender que só dizer “sim” para todo tipo de solicitação não é, em suma, entregar um bom serviço. Precisamos lembrar que os especialistas em comunicação somos nós, portanto nos cabe ter olhares críticos e agir de forma estratégica com cada cliente, mesmo que isso indique dizer “não” e colocar certos limites.

 

 

Por fim, tenho batido na tecla de “

”. Nessa premissa se incluem um melhor posicionamento com clientes, visando atuar não como máquinas de escrever, mas sim como verdadeiros porta-vozes de marca que venham a se tornar cada vez mais relevantes em seus segmentos.

 

 

O que você pensa sobre o tema?
O cliente tem mesmo sempre razão?! 😉

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