Hipótese
Antes da pauta, a aposta editorial.
Formulamos a aposta editorial. Qual dado, qual ângulo, qual veículo e por que agora. Nada avança sem hipótese explícita.
A PiaR organiza a comunicação em torno de cinco pilares editoriais, seis fórmulas de pauta e um método de quatro movimentos. Tudo começa no dado e na mídia-alvo, não no release pronto. Disparo de release em massa não é estratégia, é ruído, e a PiaR não trabalha assim.
O método existe para responder a uma pergunta prática: por que um veículo publicaria isto, e por que agora. A partir daí, cada decisão editorial parte de um dado verificável e de um relacionamento real com quem escreve a pauta. A PiaR Group atua com comunicação para startups, scale-ups e empresas de tecnologia desde 2013, e a estrutura abaixo é o que sustenta esse trabalho no dia a dia.
Antes de qualquer pauta, mapeamos dois territórios. O primeiro é o dado interno do cliente: o que a empresa sabe, mede e pode provar que ninguém mais consegue dizer. O segundo é a mídia-alvo: quais veículos, editorias e jornalistas cobrem o tema, com que ângulo e em que cadência.
A pauta nasce do cruzamento desses dois territórios. Quando o dado interno responde a uma pergunta que a mídia-alvo já está fazendo, existe pauta. Quando não responde, voltamos ao dado antes de procurar o veículo. Essa ordem é o que separa relacionamento com a imprensa de disparo em massa.
Os pilares organizam sobre o que a empresa fala. Cada cliente recebe uma combinação própria, definida no diagnóstico.
O que a empresa diz quando o assunto é confiança, conformidade, segurança e a forma como ela responde a momentos sensíveis. É o pilar que protege a percepção de longo prazo.
Posicionamento em pautas de mercado e de categoria, em que a empresa entra na conversa que veículos e analistas já conduzem.
Construção de autoridade das pessoas à frente da empresa, com fundadores e executivos assumindo posição pública sobre temas que dominam.
O porquê da empresa existir e os compromissos que ela sustenta, traduzidos em narrativa verificável e não em discurso genérico.
O como por trás do produto e da operação, com decisões, processos e aprendizados que dão textura à história e geram pauta de profundidade.
Se os pilares definem sobre o que falar, as fórmulas definem como a pauta é construída. Cada fórmula é um formato de argumento, escolhido conforme o dado disponível e o ângulo do veículo.
Parte de uma crença aceita no mercado e mostra, com dado, por que ela não se sustenta.
Expõe o preço escondido de uma prática comum, traduzindo em número o que costuma passar despercebido.
Lê um cenário a partir dos dados do cliente e nomeia o problema antes de propor leitura.
Pega uma narrativa já circulando e a recontextualiza com informação nova e verificável.
Organiza fatos em sequência para mostrar evolução, tendência ou ponto de virada.
Assume uma posição pública sobre um tema, sustentada por princípio e por prova.
A escolha da fórmula não é estética. Ela depende do que o dado permite afirmar e do que a mídia-alvo aceita receber naquele momento.
Pilar e fórmula respondem ao quê e ao como. Os quatro movimentos respondem ao ritmo: como a pauta sai do papel, chega ao veículo e volta como aprendizado.
Antes da pauta, a aposta editorial.
Formulamos a aposta editorial. Qual dado, qual ângulo, qual veículo e por que agora. Nada avança sem hipótese explícita.
Presença constante, sem volume vazio.
Definimos o ritmo de produção e de oferta de pauta, para que a presença seja constante sem virar volume vazio.
Oferta sob medida, nunca lista única.
Levamos a pauta a quem cobre o tema, com relacionamento direto e oferta sob medida por veículo, nunca por lista única.
O que foi medido alimenta o próximo ciclo.
Lemos o que foi publicado, o que rendeu e o que não rendeu, e devolvemos o aprendizado para a próxima hipótese.
O loop é o que mantém o método vivo. Cada ciclo informa o seguinte, e a hipótese do mês que vem é melhor porque a do mês passado foi medida.
Escolhe o território.
Sobre qual assunto a empresa fala. Uma pauta de Reputação ou de Líderes começa por aqui.
Escolhe o argumento.
O formato de argumento. Uma Reputação pode virar F03 Diagnóstico; uma pauta de Líderes pode virar F06 Manifesto.
Escolhe o ritmo.
O ritmo de execução. A pauta entra por Cadência quinzenal ou por Distribuição direta a uma editoria específica.
Nenhuma dessas combinações começa pelo release. Começa pelo dado interno e pela mídia-alvo, na ordem descrita no topo desta página.
O método se concretiza num processo com prazos definidos. É assim que um cliente novo entra.
Diagnóstico e Mapeamento
Semanas 1 e 2Levantamos o dado interno, a mídia-alvo e os pilares aplicáveis. Definimos as hipóteses iniciais.
Messaging Framework
Semanas 3 e 4Consolidamos posicionamento, mensagens-chave e as fórmulas que dão forma às pautas. São 14 dias do briefing ao primeiro framework.
Ativação Editorial
Semanas 5 a 12Entram cadência, produção e distribuição. As pautas começam a circular junto à imprensa.
Monitoramento e Escala
QuinzenalRoda o loop em ciclo quinzenal, com leitura de resultado e ajuste de hipótese.
Todos os ativos passam por revisão jurídica antes de irem a público. São 100% dos ativos, sem exceção, o que é especialmente relevante para clientes de setores regulados como fintech e healthtech.
Para iniciativas que extrapolam o trabalho contínuo, a PiaR aplica os Projetos Especiais de PR, uma metodologia estruturada a partir de 2023. O PEP organiza um projeto em seis vetores, e o escopo é montado escolhendo quantos e quais vetores entram.
Presença em eventos e momentos de exposição pública.
Relacionamento direto e diálogo com públicos e imprensa.
Construção da história central do projeto.
Ritmo de presença ao longo do projeto.
Ampliação do público que a iniciativa atinge.
Definição dos canais e meios que carregam a mensagem.
O investimento é apresentado sob consulta, conforme o escopo de vetores definido com o cliente.
O método é executado por um time com experiência direta no ecossistema de tecnologia. Bruno Pinheiro, fundador e CEO, foi eleito Profissional de imprensa no Startup Awards da ABStartups (2018). A operação conta com Renniê Paro (COO) e Gabriela Calencautcy (projetos especiais).
O repertório vem de 13 anos de trabalho desde 2013, incluindo a comunicação de 11 startups que chegaram ao exit. A gestão de crise é uma capacidade do time, aplicada a momentos sensíveis com resposta sob medida.
Setores regulados como fintech e healthtech têm 100% dos ativos revisados juridicamente antes de publicar.
Cada decisão editorial parte de um dado verificável e de um relacionamento real com quem escreve a pauta. Disparo de release em massa não é estratégia, é ruído. A pauta nasce do cruzamento entre o dado interno e a mídia-alvo, nunca do release pronto.
Pelo formulário de diagnóstico, a PiaR responde em até 1 dia útil. Para contato direto, escreva para contato@piar.group.
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