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Relações com Mídia · Earned media

O alcance que você conquista, não o que compra.

Mídia espontânea é a cobertura que um veículo decide publicar por conta própria. Você não paga o espaço, você o ganha, e é justamente essa falta de controle que dá credibilidade. Uma onda que se propaga muito além do dia da matéria.

O que é mídia espontânea

Você não compra o espaço. Você conquista.

Mídia espontânea é toda menção à sua marca, ao seu produto ou aos seus porta-vozes que um veículo publica por decisão editorial própria, sem que você pague pelo espaço. Uma reportagem que cita a sua empresa como fonte, um jornalista que pede o seu dado para uma matéria de setor, um podcast que convida o seu fundador: tudo isso é mídia espontânea. O termo em inglês é earned media, mídia conquistada, e a palavra conquistada explica melhor o que está em jogo.

Isso separa a mídia espontânea de duas outras coisas que costumam ser confundidas com ela. Não é publicidade, porque você não escolhe o texto nem paga pela veiculação. E não é o seu próprio canal, porque quem assina e edita é o veículo, não a sua marca. É justamente essa falta de controle que dá valor: a recomendação de um terceiro independente pesa mais do que o anúncio que você mesmo escreveu.

Mídia espontânea de verdade não nasce de disparo de release em massa. Nasce de relação com a imprensa e de ter um dado, um ângulo ou uma posição que valha a pena ser publicada. Disparar o mesmo comunicado para mil contatos não é estratégia, é ruído, e a PiaR não trabalha assim.

A recomendação de um terceiro independente pesa mais do que o anúncio que você mesmo escreveu.

Espontânea, paga e proprietária

O modelo de três mídias, lado a lado.

Cada tipo tem dono, controle e custo diferentes. Os três não competem, se sustentam: a proprietária guarda a prova, a paga garante alcance e a espontânea carrega a credibilidade. A forma paga em conteúdo aparece como news patrocinada e branded content; aqui o foco é a espontânea.

PAID
Mídia paga
Espaço comprado

Anúncio, post patrocinado, publieditorial. Você compra o que quer, com alcance previsível.

Quem controlaA marca
CredibilidadeMenor
OWNED
Mídia proprietária
Canais da própria marca

Site, blog, redes sociais, newsletter. Você publica quando quer, mas precisa produzir.

Quem controlaA marca
CredibilidadeMédia

A espontânea é a que o mercado mais acredita, porque não foi a marca que disse.

Por que pesa mais hoje

A matéria trabalha muito depois da publicação.

Por anos, conquistar uma matéria valia pelo leitor que a lia naquele dia. Continua valendo, mas hoje ela é indexada pelo Google e passa a aparecer quando alguém pesquisa o nome da sua marca. E é lida pelos modelos de IA, que citam veículos de imprensa como fonte ao responder sobre a sua empresa ou a sua categoria.

Quem decide contratar, investir ou fechar pesquisa antes. O que essas fontes respondem é, em boa parte, mídia espontânea acumulada ao longo do tempo. Por isso a cobertura editorial deixou de ser um fim em si e virou matéria-prima de reputação: a frente de mídia espontânea conversa direto com a gestão de reputação, porque a cobertura é a prova que a busca indexa e que a IA cita.

Como medir

Do volume ao significado, em quatro planos.

Mídia espontânea só vira estratégia quando é medida. O erro comum é parar na contagem de matérias, que diz pouco sobre o que mudou na percepção da marca. Por isso a medição começa no volume e termina no que ele significa.

01

Alcance e volume

Quantas inserções a marca conquistou, em quais veículos e com qual público potencial. O indicador mais básico e o mais fácil de inflar, por isso abre a medição, não a encerra.

02

Share of voice

A fatia de presença da marca na cobertura de um tema, comparada à dos concorrentes. Quando o mercado fala da categoria, com que frequência somos citados, e quem é citado no nosso lugar.

03

Sentimento

O tom com que a marca é descrita: positivo, neutro ou negativo, e em que contexto. Uma menção negativa em veículo de peso pode importar mais do que dez menções neutras.

04

Valoração (EAV), com ressalva

O EAV estima quanto custaria comprar como anúncio o espaço ganho de forma espontânea. A PiaR usa apenas como referência de magnitude, sempre com os outros três, nunca como métrica única.

Métrica sem fonte não vira número em relatório. O que não tem lastro fica de fora.

Como conquistar

Começa pelo dado, não pelo disparo.

Conquistar mídia espontânea não é torcer para o telefone tocar. É um processo, o mesmo que estrutura todo trabalho de PR na PiaR. A ordem importa: mídia-alvo primeiro, depois o jornalista, depois a abordagem, depois o conteúdo, e a ferramenta por último.

01 O ponto de partida

Diagnóstico e mapeamento

Levantamos o que a imprensa já escreveu sobre a marca e a categoria, quais veículos cobrem o tema, quais jornalistas assinam essas pautas e onde está o vácuo. O entregável é a distância entre a presença que a marca tem e a que poderia ter.

02 O que é publicável

Messaging framework

Definimos os ângulos que a marca tem direito de ocupar, a prova que sustenta cada um, os porta-vozes e o que está fora dos limites. Mídia espontânea se conquista com um dado próprio, uma posição clara, uma leitura que o jornalista não tem de outra fonte.

03 Veículo a veículo

Ativação editorial

Trabalhamos veículo e jornalista um a um, com a pauta certa para cada um, no momento em que ela é relevante. Não é o mesmo release para todos. Todo ativo publicável passa por revisão jurídica antes de chegar ao jornalista.

04 Ciclo contínuo

Monitoramento e escala

Acompanhamos as inserções nos quatro planos de medição, ajustamos os ângulos que funcionam e cortamos os que não rendem. A cobertura conquistada vira insumo para o ciclo seguinte e alimenta a presença na busca e nas respostas de IA.

Quem inverte a sequência e começa pela ferramenta de disparo produz ruído, não cobertura.

Prova e lastro

13 anos conquistando cobertura.

A PiaR acompanha startups e empresas de tecnologia desde 2013, em São Paulo, e apoiou 11 startups até o exit. Inclui trabalho em setores regulados, em que segurança e compliance entram como ângulo de pauta, com revisão jurídica de cada ativo.

/// 11 startups acompanhadas até o exit
AxadoTrustvoxViaNuvemKondutoGetrakGrandChefXtech CommerceSupermercado NowVExpensesMenewGaussFleet
/// Entre os clientes atendidos
Endemol Shine BrasilSolidesAgroSmartVila 11DoctoraliaSambatechLiga VenturesPrintiPagBrasilCorningFluencyPass

A gestão de crise é uma capacidade do time, aplicada quando a pauta exige resposta rápida e coordenada. Cada inserção é rastreável até o veículo, a data e o link, e o que não tem lastro fica de fora do relatório. Bruno Pinheiro, fundador e CEO, foi eleito Profissional de imprensa no Startup Awards da ABStartups (2018).

A ordem que define o resultado

Mídia espontânea se conquista com algo publicável. Não com a ferramenta de disparo.

Um dado próprio, uma posição clara sobre o setor, uma leitura que o jornalista não tem de outra fonte: é isso que abre a porta de um veículo. A cobertura conquistada vira insumo para o ciclo seguinte e alimenta a presença da marca na busca e nas respostas de IA. Todos os ativos publicáveis passam por revisão jurídica antes de chegar ao jornalista, o que pesa especialmente em setores regulados como fintech e saúde.

Perguntas frequentes

O que dá para responder por aqui.

O que é mídia espontânea?
É toda menção à sua marca que um veículo publica por decisão editorial própria, sem que você pague pelo espaço: reportagem, entrevista, citação como fonte, convite para podcast. Também chamada de mídia conquistada ou earned media. O que dá valor é a falta de controle: como quem assina é o veículo e não a marca, a menção tem mais credibilidade do que um anúncio.
Qual a diferença entre mídia espontânea e mídia paga?
Na mídia paga você compra o espaço e controla o texto, e o público reconhece que é anúncio. Na mídia espontânea você não paga e não controla o conteúdo, porque quem decide publicar e como é o veículo. A paga garante alcance previsível; a espontânea carrega a credibilidade de uma fonte independente. As duas se somam, não se substituem.
Mídia espontânea é a mesma coisa que assessoria de imprensa?
São coisas próximas, mas não idênticas. A mídia espontânea é o resultado: a cobertura conquistada. A assessoria de imprensa é o trabalho que produz esse resultado, do mapeamento de veículos ao relacionamento com jornalistas. Mídia espontânea é o que você mede; assessoria de imprensa é como você chega lá.
Como se mede mídia espontânea?
Em quatro planos: alcance e volume de inserções, share of voice contra concorrentes, sentimento da cobertura e valoração estimada (EAV). O EAV ajuda a dimensionar, mas tem limite, porque equiparar reportagem a anúncio ignora a credibilidade que a espontânea tem de diferente. Por isso ele nunca é usado sozinho.
O que é EAV em mídia espontânea?
EAV é a sigla de Equivalent Advertising Value, valor equivalente em mídia. Estima quanto custaria comprar como anúncio o espaço que a marca conquistou de forma editorial. É útil para conversar com áreas fora da comunicação, mas superestima o valor real, porque uma matéria não vale o mesmo que um anúncio do mesmo tamanho. Serve como referência de magnitude, não como métrica final.
Como conseguir mídia espontânea para a minha empresa?
Não por disparo em massa. Por um processo: mapear os veículos e jornalistas que cobrem o seu tema, definir os ângulos publicáveis sustentados por dado e posição própria, abordar cada jornalista com a pauta certa no momento certo e medir o resultado para ajustar. Mídia espontânea se conquista com algo que o veículo realmente quer publicar.
Mídia espontânea ajuda na reputação e na busca?
Sim, e cada vez mais. Uma matéria conquistada fica indexada no Google e passa a aparecer quando pesquisam a sua marca. Os modelos de IA também citam veículos de imprensa como fonte ao responder sobre empresas e categorias. A cobertura de hoje vira a prova pública que a busca e a IA mostram amanhã. Por isso a mídia espontânea se conecta diretamente à gestão de reputação.
Vamos conversar

Transforme cobertura em reputação medida.

Mapeamos os veículos e jornalistas que cobrem o seu tema, definimos os ângulos publicáveis e medimos o resultado nos quatro planos. O investimento é sob consulta, definido conforme o diagnóstico de cada marca.

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