Há 13 anos transformamos a marca dos outros em algo inevitável.
Começamos em São Paulo, em 2013, quando comunicação para startup ainda era terra de ninguém. Sair na imprensa todo mundo sai. Difícil é virar a marca que a imprensa procura, o mercado lembra e a inteligência artificial cita quando perguntam onde. É esse o trabalho da casa.
O mercado está barulhento.
Todo dia tem mais gente gritando para aparecer. Mais release, mais post, mais ruído. E quanto mais todo mundo grita, menos alguém de fato escuta. Percebemos isso cedo, e decidimos jogar um jogo diferente.
Por isso paramos de tentar gritar mais alto.
Ser inevitável é raro.
Ninguém empurra marca goela abaixo do mercado e faz durar. Marca de verdade vira aquilo que o mercado procura sozinho. Passamos os dias construindo essa força: a gravidade que faz a imprensa, o cliente e o investidor virem até você.
Reputação, para nós, vale o que aparece na conta quando a empresa é vendida.
Acompanhamos 11 startups da primeira rodada até o exit. Na mesa de negociação, reputação deixa de ser discurso e vira número, e por isso a tratamos como ativo desde o primeiro dia.
Aparecer dura um dia. Reputação é o que falam de você quando você não está na sala.
"Saímos na Exame essa semana."
"Ótimo. E daí?"
Toda reunião de marketing tem um momento parecido com esse. A pergunta carrega uma distância real: entre quem fala em cobertura e quem responde por receita. Passamos anos fechando essa distância, e foi assim que a nossa conversa com o marketing ficou maior.
Quando a massa cresce, o mercado inteiro vem junto, e a imprensa é só o primeiro a chegar.
Quem responde por receita quer a força que move o pipeline, muito mais do que outra matéria na parede. A mesma gravidade que constrói reputação puxa quatro pessoas para perto da marca ao mesmo tempo.
O comprador
Chega já convencido, e o time comercial fecha com menos objeção. A reputação trabalha antes da reunião de venda.
O investidor
Valida a empresa porque o mercado já fala dela. Confiança pública faz a due diligence começar com o sinal verde.
A liderança
O CEO e os fundadores viram referência do setor, procurados pela imprensa pelo nome.
O talento
As pessoas certas querem trabalhar onde a marca já é uma referência. Reputação também contrata.
Um CMO chama isso de pipeline, de validação, de employer branding. Para nós, é a mesma gravidade agindo em quatro lugares de uma vez.
Aprendemos a relatar no idioma de quem aprova o orçamento.
Uma matéria na parede não sobrevive a uma reunião de conselho, mas receita, pipeline e crescimento sobrevivem. Sentamos desse lado da mesa vezes suficientes para aprender a falar assim, e é nessa língua que entregamos o relatório.
- Cobertura relevante Custo de mídia que você não pagou
- Autoridade pública Pipeline que chega com menos objeção
- Confiança de mercado Validação na frente de fundos e parceiros
- Presença constante Consideração de compra antes do primeiro contato
A pergunta que mais abre orçamento é direta: quanto custa comprar todo esse espaço em mídia paga? Quando a resposta aparece, relações públicas deixam de ser linha de custo e viram linha de retorno.
Traduzir cobertura em receita é parte do trabalho.
Reputação não aparece no relatório como um número solto. Ela percorre um caminho até a venda, e acompanhamos cada passo dele.
- Publicação
- Credibilidade
- Confiança
- Consideração
- Venda
Essa é a conversa inteira, da cadeira do CMO. Ela continua, com calma e com método, na página Para CMOs.
Três coisas das quais não abrimos mão.
O método inteiro mora em outra página. Aqui ficam só os princípios que não mudam desde 2013.
Tudo começa no dado
Antes de escrever a primeira linha, já mapeamos quem precisa ouvir a sua história, em que veículo e por quê. O texto vem depois que a estratégia está de pé.
Quem dirige está na sala
Quem assina a estratégia está na reunião semanal, no funil e na edição de cada entrega. Sócio não terceiriza a sua conta para estagiário.
A inteligência artificial virou leitora
Hoje a IA cita quem a imprensa já citou. Construímos a sua marca para ser a fonte que ela escolhe quando perguntam sobre o seu mercado.
Atenção se conquista, nunca se exige.
Relevância cria campo. Marca relevante faz o mercado vir até ela, sem precisar correr atrás. Foi por isso que a PiaR nasceu, e é o que continuamos construindo, marca por marca.
Em vez de encher esta página de prêmio, vamos contar o que dá para conferir.
Entramos cedo nessas histórias e ficamos até o fim: Axado, Trustvox, ViaNuvem, Konduto, Getrak, GrandChef, Xtech Commerce, Supermercado Now, VExpenses, Menew, GaussFleet. Acompanhar uma empresa da primeira rodada até a venda ensina sobre reputação o que disparo nenhum ensina.
Entre as marcas atendidas
Quem assina está na sala.
Reunião semanal, funil de prospecção, edição de cada entrega. Quem dirige a PiaR está dentro de tudo isso, todo dia. Mais rotina do que organograma.
Bruno Pinheiro
Fundou a PiaR em 2013 e dirige a estratégia desde então. Eleito profissional de imprensa no Startup Awards da ABStartups, em 2018.
Renniê Paro
Cuida da operação e de manter a mesma qualidade de entrega em todas as frentes da casa.
Gabriela Calencautcy
Conduz o PEP e os trabalhos que vão além da cobertura de imprensa.
Vamos tornar a sua marca inevitável.
Começa com um diagnóstico, sem pitch genérico. Olhamos onde a sua marca está vazando narrativa e por onde ela vira a referência do mercado. Você conta o contexto, mostramos a oportunidade na busca, na imprensa e na IA. Respondemos em até 1 dia útil.
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