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Relações Públicas · Startups

A comunicação sobe junto com o seu round.

Uma startup em pre-seed e uma scale-up em Series A precisam de coisas diferentes da imprensa. A RP que acompanha cada estágio constrói a prova pública que sustenta o próximo, do seed ao exit.

O que é RP para startups

Fazer as pessoas certas encontrarem a versão correta da empresa.

Jornalistas, investidores, clientes e talentos decidem com base no que encontram. RP para startups é construir prova pública que sustente o estágio atual e o próximo que a empresa quer alcançar. Não é sair na mídia por sair.

O erro comum

Uma régua só, para qualquer empresa.

Cobrar uma startup de três pessoas e uma de trezentas com o mesmo escopo é o que produz cobertura que não move o ponteiro do negócio. O estágio muda o ângulo, o porta-voz e o veículo.

ReleaseDisparo em massaRuído
O ponto de partida

Quem precisa ouvir, e por quê, agora.

Mapeamos o veículo e o jornalista antes de escrever a primeira linha, e usamos dados para decidir o ângulo, o momento e a voz. Vale para uma empresa de três pessoas e para uma de trezentas.

DadoÂnguloPauta certa

A pergunta não é como sair na mídia. É quem precisa ouvir essa história, e por quê, agora.

Três estágios, não uma régua só

Pre-seed, seed e Series A pedem coisas diferentes.

Em pre-seed quase ninguém conhece a empresa. Em seed já existe tração, mas o fundador segue como o ativo mais forte. Em Series A a startup deixa de ser promessa e passa a ser comparada com concorrentes, com a imprensa de negócios olhando de perto.

Pre-seed
Existir antes de pedir atenção

Construção de existência, não assessoria intensiva.

A RP entregaPresença básica e verdadeira, narrativa de fundação, voz do fundador e pauta de categoria.
O risco do estágioQuerer parecer maior do que se é. Cobertura inflada envelhece mal.
Seed
Transformar tração em narrativa

O fundador ainda é o maior ativo de comunicação.

A RP entregaAnúncio de rodada bem feito, tração como prova, autoridade do fundador e base de reputação.
O risco do estágioDepender só do anúncio de rodada e sumir entre uma captação e outra.

O método é o mesmo. O que muda é o que cada etapa precisa entregar e o risco de cada movimento.

A comunicação que escala

A cobertura acompanha a curva, não chega depois dela.

A captação rende cobertura, mas o anúncio sozinho dura um dia. A prova pública construída em seed é o que sustenta a Series A, quando a due diligence informal acontece no Google e em ChatGPT, Gemini e Perplexity.

Empresa que só aparece quando capta some entre uma rodada e outra, justamente quando precisa estar presente para a próxima. A comunicação que escala junto com o crescimento é a que coloca a marca na conversa antes de a régua mudar.

Como medir sem inventar número

Cobertura não é resultado por si só. É insumo. O que importa é se a prova certa chegou a quem decide.

Métrica sem fonte não vira número em relatório. Volume de mídia espontânea sem critério claro de cálculo não é indicador de negócio, é vaidade. Quando a meta é uma transação, rodada, fusão ou aquisição, a RP contribui para a percepção que cerca a empresa, mas não promete o resultado da negociação.

Presença na busca

Posição do nome da empresa, do fundador e dos termos da categoria nas primeiras páginas do Google, e onde há vácuo de conteúdo próprio.

Share of voice na mídia

Quanto da conversa do setor a marca ocupa contra concorrentes diretos, não só o volume bruto de menções.

Qualidade da cobertura

O ângulo com que os jornalistas descrevem a empresa e se a narrativa central aparece de forma espontânea quando ela é citada.

Presença em respostas de IA

O que ChatGPT, Gemini, Perplexity e Claude respondem sobre a empresa e a categoria, e quais fontes esses modelos citam.

Ativos de prova publicados

Artigos assinados, dados próprios e posicionamentos que ficam indexados e sustentam a reputação entre uma cobertura e outra.

O playbook

Quatro etapas, do briefing ao primeiro framework.

Independente do estágio, o trabalho segue quatro etapas. O que muda entre pre-seed, seed e Series A é a profundidade de cada uma, não a ordem. O ponto de partida é sempre o dado, não o release.

01 Semanas 1 e 2

Diagnóstico e mapeamento

Escuta do time, leitura do que a busca, a mídia e a IA já dizem sobre a empresa, e mapeamento dos veículos e jornalistas que importam. O entregável é o gap: a distância entre o posicionamento desejado e a percepção que existe hoje.

02 Semanas 3 e 4

Messaging Framework

Definição das afirmações centrais que a empresa precisa sustentar, dos públicos de cada uma e do que está fora dos limites. São 14 dias do briefing ao primeiro framework.

03 Semanas 5 a 12

Ativação editorial

Produção da prova pública e relacionamento com a imprensa: pauta, artigo assinado, dado próprio, no formato que cada canal indexa. 100% dos ativos passam por revisão jurídica antes de chegar ao jornalista.

04 Ciclos quinzenais

Monitoramento e escala

Acompanhamento do que mudou na busca, na mídia e na IA, ajuste de ângulo e cadência, com protocolo de resposta a crises já definido. Aqui a empresa decide o que escala para o estágio seguinte.

O que a RP entrega, na prática

Cada frente conforme o estágio.

Da presença básica em pre-seed à disputa de share of voice em Series A, o escopo se ajusta ao momento. Tudo conectado ao trabalho de relações públicas e ao PEP, a metodologia própria da casa para comunicação integrada.

Pre-seed

Presença básica e verdadeira

O nome da empresa e do fundador retornando algo correto na busca, sem promessa que o produto ainda não cumpre.

Pre-seed

Narrativa de fundação

Por que essa empresa existe, qual problema ela ataca e por que esse time. A base de tudo que vem depois.

Seed

Anúncio de rodada bem feito

A captação rende cobertura, mas dura um dia. O trabalho é usar a rodada como gancho de uma narrativa de categoria que sobrevive à notícia.

Seed

Autoridade do fundador

Artigos assinados, participação em pauta de setor e presença em eventos constroem o fundador como fonte que o jornalista procura.

Series A

Posicionamento contra concorrentes

Qual fatia da conversa do setor pertence à sua marca e qual está sendo ocupada por outros. A mira é share of voice, não volume.

Series A

Reputação na busca, na mídia e na IA

Due diligence informal acontece no Google e em ChatGPT, Gemini e Perplexity. O que esses lugares respondem entra na avaliação.

Prova e lastro

Do pre-seed ao exit, com data e lastro.

Comunicação não fecha uma aquisição, mas uma empresa que construiu reputação consistente em seed e Series A chega à mesa de negociação sendo conhecida pela versão correta da sua história. A PiaR acompanha tech desde 2013, em São Paulo.

/// 11 startups acompanhadas até o exit
AxadoTrustvoxViaNuvemKondutoGetrakGrandChefXtech CommerceSupermercado NowVExpensesMenewGaussFleet
/// Clientes reais, RP adequada ao estágio e ao setor
Endemol Shine BrasilBig Brother BrasilSolidesAgroSmartVila 11Doctoralia

Trabalho de comunicação se mede por resultado, e resultado precisa de data e lastro. A gestão de crise é uma capacidade do trabalho, com protocolo de resposta definido antes do problema, e não no meio dele. Bruno Pinheiro, fundador e CEO, foi eleito Profissional de imprensa no Startup Awards da ABStartups (2018). Renniê Paro responde pela operação como COO, e Gabriela Calencautcy lidera os projetos especiais.

Perguntas frequentes

O que dá para responder por aqui.

Quando uma startup deve começar a investir em RP?
Mais cedo do que a maioria pensa, mas com o escopo certo para o estágio. Em pre-seed, RP é construção de existência e voz de fundador, não assessoria intensiva. A partir do seed, quando há tração e rodada para mostrar, faz sentido um trabalho contínuo. Começar só na Series A significa chegar à disputa de categoria sem prova pública acumulada.
RP de startup é a mesma coisa que assessoria de imprensa?
Assessoria de imprensa é uma parte. RP inclui também a narrativa de marca, a voz do fundador e do time, a reputação na busca e nas respostas de IA, e o protocolo de crise. Cobertura na mídia é o meio mais visível, não o trabalho inteiro.
Quanto tempo até aparecer resultado?
O primeiro messaging framework sai em 14 dias do briefing. Cobertura editorial relevante depende de pauta, momento e relacionamento, e costuma ganhar consistência ao longo das semanas de ativação editorial, entre a quinta e a décima segunda. RP é construção, não disparo: resultado de uma única semana raramente é resultado de verdade.
RP ajuda a captar investimento?
Ajuda a percepção que cerca a empresa quando o investidor pesquisa sobre ela na busca, na mídia e na IA, e a posiciona na conversa da categoria. Não promete e não fecha rodada. Quem garante captação a partir de assessoria de imprensa está vendendo o que não controla.
Como vocês cobrem startup de setor regulado, como fintech ou saúde?
Todos os ativos passam por revisão jurídica antes de chegar ao jornalista. Em setores como fintech e saúde, isso significa tratar temas sensíveis, segurança, compliance, regulação, como diferencial bem comunicado e não como assunto a esconder, sempre com aprovação antes da publicação.
Qual a diferença entre RP de startup e de empresa grande?
O estágio. Startup tem menos histórico público, depende mais do fundador como porta-voz e precisa construir existência antes de disputar posição. O método de quatro etapas é o mesmo; o que muda é o que cada etapa precisa entregar e o risco de cada movimento.
Vocês trabalham com disparo de release para muitos veículos?
Não. Mapeamos o veículo e o jornalista certo antes de escrever, e o ângulo nasce do dado e do relacionamento. Disparo em massa gera ruído, queima relacionamento com a imprensa e não constrói reputação.
Vamos conversar

Uma narrativa que se sustenta do seed ao exit.

Se a sua startup precisa de cobertura qualificada e de uma narrativa que sobreviva entre uma rodada e outra, o primeiro passo é um diagnóstico. Conte o contexto e o estágio da empresa, e a PiaR mostra onde está a oportunidade.

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