Do dado ao relacionamento que constrói reputação.
A maioria das assessorias começa pelo disparo. A PiaR começa pela pergunta de quem precisa ouvir a sua história e por quê. Mapeamos o veículo e o jornalista antes de escrever a primeira linha.
Reputação diante de quem decide o seu mercado.
Uma agência de relações públicas constrói e gerencia a reputação de uma empresa diante dos públicos que decidem o seu mercado: imprensa, clientes, investidores, parceiros e, cada vez mais, os mecanismos de busca e de inteligência artificial que respondem por eles.
Relações públicas não se resumem a enviar release. Começam na decisão de qual história contar, para quem e por quê.
É por isso que assessoria de imprensa, narrativa, reputação e gestão de crise fazem parte da mesma frente, e não de caixas separadas. O trabalho continua depois da cobertura, no acompanhamento do que ela gera em percepção e em negócio.
O ponto de partida é o dado, não o release.
Essa ordem muda o resultado. Quando a abordagem nasce de uma pauta que o jornalista tem motivo para publicar, a cobertura é mais qualificada e a relação com a imprensa se sustenta para a próxima história.
Começa pelo disparo.
Release para uma lista de contatos, na esperança de que alguém publique. Disparo em massa não é estratégia, é ruído, e a relação com o jornalista não se sustenta.
Começa pela pergunta.
Quem precisa ouvir a sua história e por quê. Mapeamos veículo e jornalista, usamos dados para decidir ângulo, momento e porta-voz. A distribuição vem por último.
A ferramenta de distribuição vem por último, depois da decisão editorial, não no lugar dela.
O caminho não é o release. É o relacionamento.
Cada cobertura nasce de uma relação: o veículo certo, o jornalista que atende a pauta, a história que ele tem motivo para publicar. Uma pauta vira matéria, a matéria vira menção, e a menção repetida ao longo do tempo é o que constrói reputação.
É a diferença entre quem o jornalista atende e quantos e-mails a agência envia. Cobertura qualificada vem da primeira, nunca da segunda. Por isso o relacionamento com a imprensa, e não o tamanho da lista, é o ativo que sustenta a próxima história.
Comunicação integrada, da imprensa ao branding.
Sempre conectada a um objetivo de negócio. Cada frente entra conforme o momento da empresa, sempre a partir do diagnóstico. Para setores regulados como fintech e saúde, todos os ativos passam por revisão jurídica antes de chegar ao jornalista.
Relações com a imprensa
Pauta, relacionamento e cobertura editorial nos veículos que importam para o seu mercado. A abordagem nasce do veículo e do jornalista certos, não de uma lista.
Narrativa e branding
Posicionamento de marca, voz executiva e construção de percepção pública. A história que sustenta cada cobertura, contada de ponta a ponta.
Reputação
Como a sua marca aparece na busca, na mídia e nas respostas de inteligência artificial. Reputação é o que sobra quando a cobertura passa.
Gestão de crise
Protocolo de resposta, mapa de stakeholders e controle da narrativa quando o tempo conta. Uma capacidade da casa, pronta antes de precisar.
Conteúdo e social
Presença digital e editorial que sustenta a reputação entre uma cobertura e outra. O ritmo que mantém a marca viva nos intervalos.
Quatro etapas e um princípio.
O processo tem quatro etapas e um princípio que não muda: nada vai para a imprensa sem passar por revisão jurídica, o que pesa especialmente para clientes de setores regulados.
Diagnóstico e mapeamento
Quem precisa ouvir a marca, em quais veículos e com qual ângulo. Mapeamos o veículo e o jornalista antes de escrever a primeira linha.
Messaging framework
As mensagens-chave e a voz dos porta-vozes. É o que garante que a história chegue certa, com fatos e dados que a sustentam.
Ativação editorial
Conquistamos a cobertura com os jornalistas mapeados. Com pauta que o veículo tem motivo para publicar, não disparo em massa.
Monitoramento e escala
Ajustamos o que funciona e abandonamos o que não funciona. Medição contínua do que a cobertura gera em percepção e em negócio.
Quando a comunicação precisa ir além da cobertura.
O PEP é a metodologia própria da PiaR, lançada em 2023, para mover o ponteiro do negócio com comunicação integrada. São seis vetores editoriais que trabalham coordenados, e cada projeto combina os que fazem sentido para o objetivo da empresa.
Palco
Presença e autoridade em eventos e nos momentos certos.
Conversa
Pauta e relacionamento que abrem porta com a imprensa.
Narrativa
A história da marca contada de ponta a ponta.
Cadência
Ritmo editorial constante, não picos isolados.
Alcance
Distribuição da mensagem nos canais que importam.
Veículo
Presença nos meios certos para cada público.
O PEP transforma assessoria de imprensa em comunicação que constrói marca e reputação ao longo do tempo.
Critérios que valem para qualquer fornecedor. Inclusive a PiaR.
A decisão de contratar uma agência de PR costuma ser feita por reputação de portfólio, e isso explica por que tanta empresa troca de agência no primeiro ano. Em vez de defender uma escolha, vale aplicar critérios.
Peça prova datada, não adjetivo
Caso com número e data vale mais que "líder de mercado". Se a agência não consegue nomear um resultado, é sinal.
Pergunte como ela decide a abordagem
Se a resposta for "disparamos para a nossa base", você vai pagar por ruído. A pergunta certa é como ela identifica veículo e jornalista antes de escrever.
Verifique o relacionamento, não a lista
Cobertura qualificada vem de quem o jornalista atende, não de quantos e-mails a agência envia.
Confirme quem assina o dia a dia
Saber o nome do time que conduz a conta importa mais que o nome no contrato.
Cheque a revisão dos ativos
Em setores regulados, comunicar sem revisão jurídica é um risco que a empresa herda.
Alinhe o modelo de cobrança ao escopo
Fee mensal, projeto e PEP servem a momentos diferentes. A agência deve recomendar o que cabe no seu, não o mais caro.
Trabalho de comunicação se mede por resultado.
Ao longo de 13 anos, a PiaR acompanhou a comunicação de marcas que precisam de cobertura qualificada, de fintechs a healthtechs. A casa opera comunicação para tech desde 2013, em São Paulo, com 470+ marcas atendidas.
Outros clientes reais ilustram o alcance do trabalho: Endemol Shine Brasil (Big Brother Brasil), Solides, AgroSmart, Vila 11 e Doctoralia. A relação completa de marcas atendidas está disponível sob consulta. A gestão de crise é uma capacidade da casa, com protocolo de resposta, mapa de stakeholders e controle da narrativa quando o tempo conta.
Um time que vive comunicação para inovação.
Saber o nome de quem conduz a conta importa mais que o nome no contrato. Por isso a liderança da PiaR aparece nominal.
Eleito Profissional de imprensa no Startup Awards da ABStartups, em 2018.
Responde pela operação, do diagnóstico à entrega no dia a dia das contas.
Lidera o PEP e os projetos que vão além da cobertura de imprensa.
O que dá para responder por aqui.
O que é uma agência de relações públicas?
Qual a diferença entre relações públicas e assessoria de imprensa?
Quanto custa contratar uma agência de PR?
Como contratar a PiaR?
A PiaR atende empresas fora de tecnologia?
A PiaR dispara release para uma lista de contatos?
O primeiro passo é um diagnóstico.
Se a sua empresa precisa de cobertura qualificada e de uma narrativa que se sustente, conte o seu contexto e a PiaR mostra onde está a oportunidade. O investimento é definido sob consulta, a partir do diagnóstico.
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